No último sábado (1), 7 milhões de pessoas foram às ruas da Venezuela para participar da Marcha para Jesus em 300 cidades.
A mobilização principal aconteceu na capital Caracas. Simultaneamente, outras marchas aconteceram em todos os 24 estados do país.
Famílias, pessoas de todas as idades e líderes cristãos caminharam pelas principais ruas da Venezuela, louvando a Deus, fazendo orações e pregando o Evangelho.
“Que grande presente foi marchar juntos e proclamar o amor de Deus. Isto não foi apenas um evento, foi o início de algo mais profundo. O melhor está por vir!”, ressaltaram os organizadores da marcha.
Na capital, os participantes proclamaram Jesus como a esperança da nação. “Deus abençoe a Venezuela! Venezuela não é uma terra amaldiçoada, é uma terra abençoada. A terra da tua aflição será a terra da tua promoção”, declarou o pastor Hugo Díaz, presidente da Marcha para Jesus no país.
“A Venezuela vai tocar o manto de Cristo”
O evento também contou com momentos de intercessão, grupos adorando a Deus com danças no meio da multidão e cantores guiando o louvor durante o percurso.
Muitos líderes pregaram mensagens sobre o amor incondicional de Deus pela Venezuela e pelos venezuelanos.
“Venezuela não é qualquer nação, ela tem sido uma nação escolhida por Deus para fazer grandes coisas para as nações. Por isso, a Venezuela frequentemente sente que está sangrando como a mulher do fluxo de sangue. Mas nós faremos igual essa mulher. É verdade que estamos sangrando há anos. Mas não se preocupe, porque sabemos quem estamos tocando. Hoje, a Venezuela vai tocar o manto de Cristo”, ministrou um líder.
A Marcha para Jesus em Caracas também foi marcada por um show gospel no palco principal montado ao ar livre, reunindo uma grande multidão de adoradores.
Em La Guaira, uma das cidades mais atingidas pelos terremotos em junho, cristãos também realizaram a Marcha para Jesus.
“Mesmo em meio à dor, a cidade decidiu se reunir na Praça Vargas para pedir a Deus e agradecer. Foi uma demonstração indescritível de fé. Ver uma comunidade atingida pela adversidade levantar as mãos para o céu em busca de refúgio, conforto e força divina nos lembra que a esperança não se apaga”, comentaram os organizadores do evento.



